Cacto em flor – devaneios de uma mente inquieta

Eu sempre tive um desejo secreto de começar um blog, mas sempre achava besteira. Blog do que? Não tenho nada interessante pra falar.

Mas nos últimos tempos a necessidade de escrever vem aumentando. E esse sempre foi meu método favorito de aliviar o coração e a mente, mas com o tempo e a correria da vida adulta (na adolescência eu escrevia horrores) o hábito foi se perdendo.

Então cá estamos. A tela e eu. Sem cadernos ou diários dessa vez. Cá escrevo para mim mesma, numa tentativa de aliviar a cabeça das mil ideias, dores e dúvidas que a povoam.

Talvez muitas coisas nem façam sentido quando forem lidas, mas o sentido das coisas quem dá é a gente mesmo.

Que as palavras possam fluir por aqui, sem medo, sem peso, sem pudores. Que voem os devaneios e o que mais me der vontade. E que elas me ajudem a encontrar de novo a leveza que me escapou pelas mãos diante dos desafios da vida.

É tão difícil não se deixar enrijecer diante das perdas e dores, partidas e despedidas… Vida que segue é bordão fácil de se falar, mas difícil de se viver na prática.

Hino da saudade

O Mar serenou
Fonte: Pinterest

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